Ter que escrever uma autobiografia é ter pensar em tudo que já vivi e consequentemente pensar naquilo que quero viver, nos sonhos. Sentar no restaurante com a amiga e pensar para onde estou indo e onde quero chegar a longo prazo. Ver vídeos motivacionais que te influenciam a fazer aquilo que ama. O que eu amo? O que eu sempre amei? O que sempre terei, pelo menos, muito afeto e carinho?
Já não sinto mais ciúmes de ninguém, essa fase eu superei, amém, mas ainda quero isso pra mim também. Pensar no que me faria feliz, na profissão perfeita pra atender minhas ideologias, meus anseios e também meus sonhos.
Realizá-lo me elevaria a um patamar humano ainda inatingido por mim e que talvez só seja alcançado por esse caminho.
Eu sei que esse patamar existe, eu até sei o que tem lá, e eu sei que eu posso alcançá-lo.
Mas o que falta em mim? Eu tô esperando a oportunidade pousar na palma da minha mão? E se ela já pousou e voou? Se isso já tiver acontecido, que pena, mas eu sei que eu posso correr atrás do prejuízo. Sei que posso. Mas por que não corro?
Destino, me ajuda.
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