Há tempos vivendo sem viver. Não sei desde quando e não sei se já vivi e não sei o que é viver. Sei que me encontro desconfortável com a mesmice, com a falta de ideologias que me guiem, com a falta de um objetivo norteador. Não tive expectativas quebradas, mas também não tive expectativas atendidas. Não criei expectativas para isso que estou "vivendo" e não estou vivendo as expectativas que criei; mas as frustrações não bateram na minha porta. Aliás, vivo uma porta que se abriu talvez sem motivo ou talvez pelo maior motivo do mundo (destino). Não sei onde vou parar, não sei nem onde estou. Estou vivendo algo diferente do que qualquer um de meus exemplos de vida viveram e provavelmente por isso não sei onde vou parar.
Quando penso assim, nesses passos sem rumos me lembro do meu mantra "estabelecer objetivos possíveis e realizáveis a curto prazo". Seguir essas metas, estabelecer novas e deixar fluir. E que com isso a felicidade flua, as realizações fluam, o amor flua e a vida flua.
Nenhum comentário:
Postar um comentário