quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Estagiária


Foi uma saga conseguir esse estágio, menor que de muita gente, mas foi custosa.
VML, Cinemark, it's Digital, Cláudio Novaes, M. Sebrian Semi- Jóias, Oz!, HiGH, Siemens e finalmente a Riot que me chamou.
Em umas delas me dei muito bem, inclusive na primeira que me encheu de ego e fez com que as decepções fossem tão grandes. Em uma de 500 escolheram 6 e eu estava no meio, em outra de 12 fui escolhida entre 4 para preencherem duas vagas e em outra disputei pau a pau com o André. Entretanto, sofri desdém, fui taxada como uma pessoa sem liderança, fizeram como se eu nem tivesse ido na entrevista e o pior de tudo fui até assediada (considero uma entrevista em que os termos peitos, dar, pau grande, puta e panicat são usados um assédio), mas tudo deu certo. Fui contratada pra um dos lugares que mais me interessou em uma das vagas que eu mais quero. 
À partir de terça-feira, 3 de setembro começa uma nova fase da minha vida. À partir daí serei uma trabalhadora e eu espero que minha relação com o dinheiro mude e principalmente com as pessoas também. Espero que eu me destaque. A prática sempre foi mais forte em mim que a teoria (vide a aluna exemplar que eu era no sapateado), por favor, Nádia, não me desaponte.

domingo, 21 de abril de 2013

Retorno

Botando o papo em dia já que desde que cheguei dos Estados Unidos não me lembrei a mim mesma o que eu vivi. Sobre minha mãe e a Mônica lá comigo acho que isso cabe a outro post, mas desde que cheguei bastante coisa aconteceu:
A Paula fez a cirurgia dela e não sei se há alguma relação ou não, mas estamos mais amigas. Minha tia sofreu um AVC e minha prima pegou dengue quase que simultaneamente o que me fez repensar a família (o que é, para que serve, etc) como fiz em novembro só que dessa vez com o lado paterno. Comemorei meus 20 anos com grandes amigos em números (que ficou numa festa) e em qualidade (que ficou comigo). Iniciei meu segundo ano de faculdade e posso dizer que tudo continua incomodamente comodamente leve: incomodamente pois é difícil me ver nessa situação gastando horas na internet, perdendo meu corpinho para o sedentarismo e minha mente para a não-produtividade; mas comodamente pela beleza de ver as amizades ecanas mais alicerçadas. Estou quase prestes a dividir apartamento com a Mariana, estou com o meu grupinho bem consolidado, não tenho mais tanta dificuldade para conversar aleatoriamente com qualquer um; ou seja, as relações sociais estão leves.
Sobre minhas promessas para 2013 posso dizer que infelizmente não estou cumprindo a maioria.
Sobre a vida: prova da Xixa vem aí, meu curso no Senai também. Minha carta e meu peeling: nem sinal. Sapateado? Necas.
Por favor, Nádia, tome providências.

quarta-feira, 20 de março de 2013

How I met you mother

"Filhos, quando se é solteiro tudo o que você procura é o 'felizes para sempre'. Mas apenas uma das suas histórias pode terminar assim. O resto acaba com alguém se machucando."

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quem é ele?

Eu amo o pai, eu amo a mãe, eu amo minhas irmãs, eu amo minha família, eu amo meus amigos. Eu amo aquela comida, eu amo aquele objeto, eu amo aquele momento, eu amo aquela sensação, eu amo aquela música, eu amo aquele filme, eu amo aquele livro, eu amo aquele site, eu amo aquele lugar, eu amo aqui, eu amo agora. Mas como pode caber tudo isso aqui? O que é amar? Para mim amar pessoas é apenas querer o melhor para ela, acima de qualquer coisa. Para mim não existem diferentes formas de amar. Amar é sempre querer o bem. Para mim não existe quantidades de amor, não existem doses de amor. Amar é querer o melhor, sempre. O que diferencia as relações entre cada um de nós é a forma que enxergamos que podemos dar o melhor àquela pessoa que amamos e é isso que nos dá a impressão das diferentes quantidades ou qualidades do amor, mas pra mim não, pra mim amar é querer o melhor sempre.
Para mim, amar lugares, comidas, objetos, filmes e tudo mais é o amor recíproco. Para mim tudo isso me amou primeiro ao me desejar o melhor. Tudo isso aparece na minha vida desejando que eu tenha uma melhor compreensão, que eu tenha um melhor crescimento, que eu tenha um melhor sentimento, que eu tenha uma melhor lembrança, que eu tenha um melhor momento. Eu amar tudo isso é apenas corresponder ao querer bem que tudo isso quis para mim primeiro.
Para mim amor é isso.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Onde ir:

SEGUNDA: Alamo Square -(ônibus 5 pega na McAllister com a Pierce St)-> Golden Gate Park + Ocean Beach + Downtown (almoço Super Duper, janta onde eu almocei aquele dia)

TERÇA: (Muni Castro)-> Twin Peaks -(ônibus 37)-> Castro -(ônibus 24, desce na 28th, anda um quarteirão na Noe, na Valley vira à direita, anda 2 quarteirões) -> Igreja Mudança de Hábito -(Muni J Church)-> Dolores Park -(anda na 19th St até a Mission deixa passar a 24th e é no próximo quarteirão) La Taqueria -(Bart até Montgomery Station, pega o 8X na Kearny com a Sutter)-> Little Italy-> Coit Tower -> Janta na Little Italy (almoço La Taqueria e janta no Garlic)

QUARTA: Alcatraz + Pier 39 + Fisherman + Ghirardelli Square + Port of San Francisco (almoço no Bubba Gump e janta na Boudin Bakery)

QUINTA: Civic Center + Marina + Presidio + Golden Gate Bridge

SEXTA: Cable Car -> Lombard Street -> Cable Car -> Catedral -> Hotéis -> Cheesecake Factory





Técnica

Quando uma coisa ruim - ou apenas algo não tão bom - acontecer, quando um sentimento ruim permanecer, quando alguma coisa que você sabe que vai ficar na sua cabeça por um tempo mesmo que você não queira, não conte ela pra ninguém. Não propague a coisa ruim. Não só pelos outros, mas principalmente por você.
A memória ruim ou apenas não tão boa triplicará a cada pessoa que você contar. Uma memória que é a que você já tem, outra da memória sua contando a coisa ruim para os outros e outra da possibilidade do outro reascender essa memória a qualquer momento.
Não conte pra ninguém, não, não conte pra ninguém.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Menino mais novo

Hoje eu via cena que melhor exemplifica o que é ser o irmão mais novo:
O mais velho desceu o degrau da calçada saltando com a patinete. O mais novo tentou fazer igual e conseguiu. O mais novo tentou fazer mais, tentou subir o degrau saltando com a patinete, obviamente não deu certo; mas ele não chorou.
É isso que queremos sermos iguais eles. Mas não iguais apenas conseguindo fazer o que eles fazem, o que já é um desafio. Queremos ser iguais também sendo exemplo, inspiração, modelo para eles. Mas não conseguimos.